• Início
  • Quem Somos
    • Sobre Nós
    • Missão
    • Órgãos Sociais
    • Publicações Institucionais
    • Política de Privacidade
  • O que fazemos
    • Rede
      • Incubadora de Lojas Sociais
      • Cáritas Paroquiais
    • CLAIM Cascais
    • Par e Passo
    • Parcerias/Protocolos
      • Organizações
      • Mecenas
  • Voluntariado
    • Voluntariado
    • Projeto Par e Passo
  • Contactos
    • Reclamações
    • Onde estamos
    • Links úteis
    • Newsletter
  • Doar
    • Apoie a Nossa Missão
Logo Image
Bem Vindo(a)
  • Sair
    • Área Admin
      • IntraNet
      • Suporte

HISTÓRIA DE VIDA

Início > HISTÓRIA DE VIDA

Deixei a Guiné-Conacri e a minha família há três anos. E chorei, pois não sabia se tornaria a vê-los. A minha família é pobre. Não tínhamos dinheiro suficiente para nos alimentarmos. Na verdade, não tínhamos nada, não tínhamos como pagar o aluguer da casa, e enfrentávamos problemas de saúde.

Iniciei a minha viagem tendo por primeiro destino, Bamako, no Mali, onde conheci um homem que me convenceu a prosseguir até Marrocos, e que dali poderia depois seguir para a Europa. Desloquei-me até Gao, uma cidade no centro de Mali, para poder depois continuar a viagem pelo deserto, na companhia de outras pessoas de países como o Senegal, a Costa do Marfim, e também da Guiné.

Um enorme camião transportou-nos até a base dos tuaregues, Kidal, no deserto, que nos atacaram e roubaram, e onde ficámos quatro dias, a água e biscoitos. Continuámos depois até à Argélia. Ali chegados, debaixo de incontornáveis negociações entre contrabandistas e guardas da fronteira, tive de arranjar trabalho num estaleiro de obras. Conseguimos chegar a Marrocos passado algum tempo, por Oujda e depois Nador, onde está uma fronteira com (o enclave espanhol de) Melilla, cercada por vedações cobertas por arame farpado.

Tentámos saltar as vedações, debaixo das pedras e dos bastões de madeira dos militares marroquinos, e foi numa dessas tentativas que parti o pé. Engessado e sem que me tivessem operado (pois não operavam gente como eu), viajei até Rabat para bater à porta da Cáritas. Foram eles me deram roupas, remédios, me alojaram e apoiaram durante dois anos, até poder ser operado. Hoje posso andar bem e estou muito feliz por a Caritas me ter ajudado a mim e a muitos outros migrantes em Marrocos.

Texto e fotografia: Caritas Rabat; tradução e adaptação CDL

 

Em 2024, Fomos

81,808584

Colaboradores

 

Em 2024, Apoiámos

818581

Pessoas

 

Em 2024, Apoiámos com

84,858286

euros

© 2022 Todos os direitos reservados.

Loading...

Insert/edit link

Enter the destination URL

Or link to existing content

    No search term specified. Showing recent items. Search or use up and down arrow keys to select an item.
      Este site utiliza cookies para permitir uma melhor experiência por parte do utilizador. Ao navegar no site estará a consentir a sua utilização.